Porto Alegre – Florianópolis pela Serra

floripa-poa-dia10-0011.JPGApós o encerramento do Fórum Mundial da Bicicleta com chave de ouro, arrumamos tudo e voltamos para a estrada.

Aproveitamos a estrutura que Porto Alegre oferece de metrôs para adiantar a nossa volta. Pegamos o primeiro metrô que permite a entrada com as bicicletas (9:00) e fomos até São Leopoldo. O pedal neste dia se extendeu até a noite quando arranjamos um belissímo gramado em Gramado-RS, muito obrigado ao casal que nos acolheu!

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De Gramado pegamos estradas duríssimas e outras excelentes até São José dos Ausentes. Então seguimos para Bom Jardim da Serra em mais de 70km de estradas de chão muito ruins porém cheias de surpresas. A colheita da maçã nos deu energia para seguir já que fomos presenteados diversas vezes com dezenas de maçãs. A chuva nos deu tempo para descançar pois vinha com tamanha força que a única coisa a fazer era parar e se abrigar, instantes após a chuva, o sol reaparecia lembrando que ainda estávamos no verão.

O acampamento antes da fronteira RS/SC foi em Várzea, uma pequena comunidade onde a principal fonte de renda vem da colheita da maçã. Nesta comunidade procuramos por alguns tomates/alface para complementar a janta, mas tudo que encontramos foram enlatados, queijo e bixo-morto em formato de salame, grande variedade de salgadinhos, além de cervejas e refrigerantes.

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Resolvemos ficar apenas com milho em conserva o que nos gerou um pequeno problema: a lata, no caso lixo. No outro dia de manhã nos despedimos de alguns moradores e perguntamos se poderíamos deixar o nosso lixo alí para que algum caminhão coletasse, então veio a resposta: “Puraqui não passa caminhão de lixo não… Mas se quiser pode deixar aí que depois tacamos fogo junto cos nossos…”. No mesmo instante arranjamos um espaço extra nos alforges para levar a lata conosco… Pois então, como em um local tão pequeno como este chegam estes industrializados mas não existe coleta de lixo adequada?

Nossa latinha foi até Bom Jardim da Serra por estradas que causaram lágrimas na Ana, pedalar com prazo curto nem sempre é fácil. Todo o desespero passou quando nos aproximamos do ponto alto da viagem, A Serra do Rio do Rastro que prometia tirar lagrímas por outros motivos. Ao chegar no final da tarde a neblina nos deu 5 segundos de trégua para ter noção do que nos esperava no dia seguinte.

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O acampamento no mirante da serra foi sensacional, com direito a banheiro, janta e sobremesa de maçã preparadas por nós e também uma chuva que chovia para cima ao lado do paredão da serra. As 5 horas da manhã levantamos enrolados em nossos sacos de dormir para ver as estrelas darem lugar ao sol em um dos lugares mais bonitos do Brasil.

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A descida de mais de 20km deixou a chegada até Tubarão bastante tranquila. Como nosso tempo estava curto, decidimos pegar um ônibus de Tubarão até Florianópolis e deixar com que o petróleo fizesse o esforço por nós. Pegar um ônibus depois de tantos dias pedalando é muito estranho, parece que nos teletransportamos até Florianópolis.

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Pedalar pra praia só antes da temporada

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Pegamos uma folguinha do trabalho entre feriados em Novembro para testar a nova-velha configuração da minha bicicleta. Vinha usando o mesmo quadro de alumínio desde meus 12 anos, época em que eu mal alcançava os pedais. De lá pra cá só mudavam algumas peças que iam se desgastando. Ganhamos um quadro de cromo que estava com um defeito no movimento central e no canote. Na época que foi lançada, devia ser uma baita bici, mas ficou sem uso e encarangou, aí o dono da bicicletaria disse “Se conseguirem consertar, podem ficar!”.

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 O André cuidou de levar a um torneiro mecânico muito bem recomendado, lá de Ourinhos. O serviço dele ficou excelente e a bici ficou boa demais pra pedalar. Senti muita diferença na pedalada entre os dois tipos de materiais, principalmente com a bicicleta carregada com a tralha de viagem, e as subidas, outra vida!

Era preciso testá-la na estrada em um pedal mais longo para ver se dores no corpo iriam aparecer. Além disso meus pais estavam querendo encontrar conosco por alguns dias em algum camping. Então tá, precisamos dar as caras em Bombinhas antes do verão. Porque depois que é aberta a temporada de caça aos ciclistas, até em Floripa estamos evitamos pedais mais longos.

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Como meus pais foram muito pé-frios, só choveu, e ventou tanto que passamos frio. No dia em que eles voltaram pra casa, o tempo abriu. Mas, ainda bem que abriu, nós dois ainda teríamos mais alguns dias para ficar pelo mato.

Pelo menos uma vez por ano vamos pra Bombinhas, e mesmo já tendo ido de bici pra lá mais de 5 vezes nos últimos 3 anos, ainda não conhecemos todos os cantinhos lindos daquele lugar.

DPP_0029.JPG Desta vez escolhemos conhecer a praia de Mariscal, Canto Grande e 4 Ilhas. Mas não deixamos de passar pela nossa velha preferida, a Sepultura. Enquanto meus pais ficaram com a gente, ficamos num camping. Nos outros dias, os morros e trilhas de pescadores nos costões oferecem uma ótima hospedagem mil estrelas, com direito a vista para o mar e silêncio, ah! O silêncio!

Este pedacinho de litoral catarinense é cortado por um Circuito de Cicloturismo, o Costa Verde e Mar. Apesar de nunca termos feito o roteiro completo, já passamos por vários trechos do circuito. O visual é muito bonito, e vale uma estada mais demorada por estes lados!

Abaixo algumas fotos destes dias que passamos pelas praias de bombinhas.

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Revista só sobre Viagens de Bicicleta

Quando vimos o link com final “.nl”, aquela mistura de surpresa e empolgação! Uma revista inteirinha sobre viagens de bicicleta? Como assim?! Ah, é da Holanda. Ih! F#deu, não vâmo entendê nada se tiver em holandês. Ah tá, péra, tá em inglês. Eita, mas ó que foto, caraaaaiiiii… Cadê o tradutor, que palavra é issaqui? Ah, bom. Ixi, tem que ir trabalhar, deixa o download rolando aí, quando eu voltar eu vejo, ah que droga! Quero ler tudo agora!!!

Bicycle Traveler Magazine

Vontade de largar tudo e botar a magrela na estrada toda carregada, barraca, panela e caramanholas cheias, ainda mais num dia ensolarado de fim de inverno como hoje.

Cuidado! O conteúdo desta revista pode provocar efeitos psicológicos irreversíveis!

Na página principal se lê:

{Bicycle Traveler is an international magazine on bicycle touring. It’s full of entertaining stories and inspiring photography which will have you dreaming over new destinations, as well as information over cycling gear.}

E que o google gentilmente traduziu para algo comoO viajante de bicicleta é uma revista internacional sobre viagens de bicicleta [nóóóó, não diga!]. Está cheia de histórias divertidas e  fotografias inspiradoras que o farão sonhar sobre novos destinos [só sonhá?! Chato! Me convida que eu vô!], bem como trarão informações sobre equipamentos de ciclismo [porque pra trazê pra nós de sacolêro só mandando 60% pra Dilma].”

Sabe o que mais?! o download é free… Deliciem-se:

http://bicycletraveler.nl

Primeiro Semestre 2011 – Nosso resumão


Pessoal, faz um bom tempo que não alimentamos o blog com posts de nossas pedaladas, gambiarras, reciclagem, etc. Mas isso não quer dizer que deixamos de fazer tudo isso. Muito pelo contrário! Estamos com uma rotina bem apertada, e acabamos deixando o blog um pouco de lado para conseguir no tempo livre fazer tudo isso que nos faz bem para o corpo e a alma. Nestes primeiros 6 meses do ano aprontamos algumas por aí,  e acabamos só jogando as fotos para nossa galeria do Picasa ou Facebook. Agora faremos só um resumão de tudo isso, com um relato sintetizado de cada viagem e o link para as fotos.

Cicloviagem Carnaval

Cicloviagem rápida no Carnaval: para aproveitar os poucos dias de folga arrumamos a tralha toda e partimos em direção à Serra do Rio do Rastro. Porém, o caminho inicial foi mais duro do que imaginávamos e não conseguiríamos chegar à serra e voltar pra casa de bicicleta, a não ser que voltássemos de ônibus. Possibilidade descartada já no segundo dia, preferimos aproveitar melhor o caminho e deixar a Serra para outra oportunidade, com mais tempo disponível. Foi uma viagem que exigiu bastante das pernas, mas foi um deleite para os olhos. Nosso roteiro partiu de Florianópolis, passou por São José, Palhoça, São Pedro de Alcântara, Angelina, Rancho Queimado, Anitápolis, Santa Rosa de Lima, Rio Fortuna, São Martinho, Santo Antonio, Imaruí, Imbituba, Paulo Lopes, Palhoça, São José, e em casa novamente, Florianópolis. Entre acampamentos na beira de cachoeira, e outros escondidos no jardim da prefeitura de cidadezinhas pouco movimentadas, pousadas lotadas no feriado e pedal na escuridão, encontramos um anjo em nosso caminho que até nos cedeu uma casa para passar a noite. Alguém já imaginou que bicicletas carregadas seriam mais rápidas que os motorizados, em plena BR 101? Pois é, no último dia da viagem, subimos numa tranquilidade inacreditável o famoso e problemático Morro dos Cavalos, e até chegar em Palhoça, esta foi a cena: numa tarde chuvosa bicicletas carregadas de tralha ultrapassam carros, caminhões e até motocicletas em descidas, subidas e trechos planos, e viram alvo das máquinas fotográficas daqueles que estão atrás dos vidros, trancados no congestionamento. Nesta viagem descobrimos o poder do melado de cana: tá vendo subida à frente? Só tomar umas goladas de água adoçada com melado que vai parecer que ligou uma turbina na bike. Além de que é uma delícia! Energético de baixo custo e mais saudável. Ainda melhor quando saborizado com limões da beira da estrada, um luxo!

Clique na imagem para abrir o álbumAudax Floripa 200km: em março também pedalamos para completar os 200km, mas principalmente pedalamos para prestigiar mais um evento ciclístico na cidade, pedalar com os amigos, e curtir um visual maravilhoso passando de bike por alguns lugares onde normalmente não se pode pedalar, como é o caso da Ponte Pedro Ivo Campos e da base aérea. Novamente testamos o energético de melado, totalmente aprovado, é só avistar a subida, dar uns goles, e esperar alguns segundos para fazer o efeito.



Clique na imagem para abrir o àlbum.

Piquenique na Lagoa do Peri: em março hospedamos pelo Warmshowers.org o cicloturista boliviano-alemão Kevin (http://urupica.de/html/). Como antes de saber de sua chegada, já havíamos combinado com os amigos um piquenique no Parque da Lagoa do Peri, o convidamos para juntar-se a nós, e ir pedalando para o parque passar o dia de sábado. Ele prontamente aceitou o convite, então cedinho levantamos, encontramos os amigos ao longo do caminho, compramos os ingredientes para o almoço já próximo do Parque, e um peixe fresco lá no Campeche.



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Piquenique no dia das Mães, mas pedal foi com o Pai! No dia das mães fomos fazer um piquenique novamente no Peri, para levar a família para conhecer o lugar. Desde que viajou conosco pra Bombinhas ano passado, o pai não deixou mais a magrela sossegada, e não via a hora de vir pra Floripa pedalar com a gente de novo (só porque aqui é mais plano, hehe). A mãe ainda não se encoraja a enfrentar as ruas movimentadas, então ela foi de carro com a tralha toda do piquenique e com o filho mais novo. Paramos na mesma peixaria no Campeche e até o peixeiro lembrou de nós, que alguns meses antes passamos por ali.


Floripa a Bombinhas e os desencontrados: combinamos tudo com os amigos na semana anterior, no sábado cedinho lá estávamos nós, debaixo da ponte como o combinado. Esperamos meia hora pelos atrasados, que não apareceram. Decidimos tocar em frente, e que eles nos alcançassem mais adiante. Logo na ponte um pneu estourado, procura bicicletaria e lá vamos nós de novo. Mais adiante um dos atrasados nos alcança, saiu de casa sem café da manhã, pode isso?! Vamos em frente, esperando chegar em Tijucas para bater um rango no restaurante recomendado. Chegando lá, estabelecimento fechado. Vamos ao mercado, e eis que alguém encontra 20 reais no chão, próximo das bikes. O universo conspira a favor, e os vintão pagam o peixe da nossa janta. Bóra pedalar então, só colocamos um lanche rápido no tanque, seguimos adiante. Ainda esperávamos mais um amigo, que pedala forte, estávamos na certeza de que nos alcançaria. Mas não apareceu e ficamos preocupados. Mas não havia comunicação possível, pois o cidadão consegue ser um ermitão urbano, e é só um aparelho telefônico parar em suas mãos para o dito exterminar misteriosamente com ele.

Esta foto não possui àlbum.Aniversário de Casamento tem que ser a pedal! Nossa Boda de Papel caiu bem no dia que aconteceria o IronMan. Algumas ruas estariam fechadas, então não pensamos duas vezes, domingo é dia de: ACORDAR CEDO e PEDALAR! Aproveitamos parte da estrutura ainda antes da largada das bikes do Ironman. Depois seguimos junto com os que já estavam mais por último até alcançar as ciclovias. Domingo de sol, lindo mesmo, pedalar era a comemoração que nós dois queríamos. Ao longo do dia, encontramos alguns amigos pedalando, outros passeando e aproveitando o solzinho de outono. Como o objetivo era aproveitar o dia, e a companhia um do outro, não fotografamos, esse momento nós não compartilharemos com vocês, ele agora é só nosso e só está guardado nas nossas lembranças!

Clique na imagem para abir o àlbum.21 Cicloviajantes autônomos na estrada: pedalamos com eles e acampamos juntos até a primeira noite da viagem. No dia seguinte nós retornamos para casa, mas os 21 estudantes da UFSC seguiram em direção à Ilha do Mel, para um encontro de estudantes de Biologia. Mas nesta viagem não estavam só os futuros biólogos, estudantes de outros cursos, apaixonados pela bike também entraram no “bonde”. Vale destacar que a maioria eram meninas, isso mesmo, mulherada corajosa encarando a estrada! E você já pedalou ao som ao vivo de flautas? Rá! Privilégio de poucos, viu! Alguns dos integrantes levaram suas flautas, e fizeram uma deliciosa trilha sonora. Um deles até pedalava e tocava flauta ao mesmo tempo. Mas incrível mesmo, foi tomar café da manhã, assistindo o nascer do sol e ao som de três flautas e na melhor companhia. Aos 21 cicloviajantes que nos fizeram compania neste final de semana, agradecemos demais a oportunidade de pedalar com vocês e estar na companhia de todos. Que vocês tenham uma ótima viagem, e depois que esta terminar, que venham muitas outras!!!

Então é isso, metade do ano já passou. Esperamos que na metade restante, possamos pedalar ainda mais, só pra variar um pouquinho!

Tudo que eu sei sobre ser verde, aprendi acampando – Tradução

Este post é uma tradução autorizada por Steve Casimiro, do portal Adventure Journal, autor do post original.

OBS: Não somos tradutores, mas este post é muito legal, então pegamos o Tradutor automático do google mesmo e um pouco de interpretação pessoal. Podem ter erros de tradução, mas sabemos que mais importante que isso é a compreensão do todo. Se você encontrou algum erro, ou tem uma sugestão de tradução melhor em alguns trechos, deixe seus comentários! Obrigado!


Testando a barraca em condição de vento.

Talvez muitas dessas lições, vocês já tenham aprendido por si mesmos…

Tudo que eu sei sobre ser verde, aprendi acampando
“Everything I Know About Being Green I Learned From Camping”


1.Ignorar um pequeno problema -  o começo de uma bolha, por exemplo – é garantia de que se torne um grande problema.
Ignore a small problem–the beginnings of a blister, for example–and it’s guaranteed to become a big problem.

2.Se você não planejar adiante, você se verá sem papel higiênico. Nem folhas de urtiga uma árvore, muito menos as páginas do livro guia tradução irrelevante do título original são substitutos à altura.
If you don’t plan ahead, you will run out of toilet paper. Neither pine needles nor pages of the Audubon Society field guides are worthy substitutes.

3.Carregue uma grande mochila alforge por algum tempo e você aprenderá a levar somente o que precisa.
Carry a big backpack enough times and you’ll learn to take only what you need.

Coisas que levamos pra Urubici na primeira viagem - Inverno de 2008

4.Quanto mais você aprende, de menos você precisa.
The more you know, the less you need.

5. Não faça cocô próximo da água, nem cague perto da barraca. Isso vale a longo prazo para sua saúde, e a curto prazo para seus sapatos.
Don’t poop near the water. Don’t poop near your tent. This has long-term value for your health and short-term value for your shoes.

6.Desperdiçar a bateria de sua lanterna de cabeça brincando de laser (Laser?WTF?) e ela não funcionará quando você mais precisar.
Waste the batteries in your headlamp playing laser tag and it won’t work when you need it most.

Ovos para o jantar!

7. Metano preso por qualquer coisa – saco de dormir, barraca ou atmosfera – não é nada agradável.
Methane trapped by anything–sleeping bag, tent, atmosphere–can’t be good.

8. Gasta-se menos energia vestindo um casaco mais quente, do que começando uma fogueira.
It takes less energy to put on your jacket than to start a fire.

9.Não cozinhe mais do que pode comer. Isso diminui seus estoques de comida e atrai criaturas que vão te acordar  as 2h da madrugada.
Don’t cook more food than you can eat. It depletes your supplies and attracts critters that will scare the bejesus out of you at 2 a.m.

10. Água é preciosa. Quando filtrada de um buraco no deserto a milhas de distância , derramá-la pode ser uma tragédia.
Water is precious. When filtered from a desert pothole miles away, spilling it can feel like a tragedy.

O que as mãos alcançaram recolhemos. Tinha até peça de roupa...

11.Deixe o seu lixo pra trás e ele durará mais do que você imagina. Carregue o lixo de outros e você terá feito a diferença.
Leave your trash and it will be there longer than you think. Pick up someone else’s trash and you’ve made a difference.

12.Todo o lixo é SEU lixo.
All trash is your trash.

13. Quando acabou-se o que era doce, acabou-se mesmo. E esquecer o papel higiênico, aí, meu amigo, é que você estará ferrado!
When the Pop-Tarts are gone, they’re gone for good. And forget the toilet paper, that’s when you’re really screwed.

Para ver o post original, por favor, visite o link abaixo:
http://www.adventure-journal.com/2008/04/the-adventure-life-with-steve-casimiro-everything-i-know-about-being-green-i-learned-from-camping/Everything I Know About Being Green I Learned From Camping