As Bicicletas

As magrelas quando estavam em montagem

montagem-bicis0004.JPG Desmontamos elas para restaurar os quadros, garfos e um guidão. Fizemos o jateamento e a pintura eletrostática texturizada. Abaixo o close da pintura, atendendo a pedidos:

       01 de abril de 2012-pintura-bike-9.jpg

Optamos por pintar as bicicletas por alguns motivos:

  • Quadros e garfos por serem de segunda mão e mais antigos apresentavam sinais de ferrugem por baixo da pintura;
  •  Remover os decalques das marcas dos quadros da bicicleta para chamar menos atenção;

Durabilidade e resistência da pintura eletrostática texturizada contra montagem-bicis0008.JPGraspões, riscos, etc.

  • Esta pintura texturizada não é comum em bicicletas, o que as torna únicas, e em caso de algum furto (toc,toc,toc na madeira), seriam mais facilmente identificáveis.

Agora para esta viagem colocamos algumas peças novas:

  • Rodas;
  • Catracas;
  • Pedivela;
  • Sapatas de freio;
  • Cabos de marcha e freio.

quadros-reforma0001.JPG Bicicleta do André

Quadro de mountain bike antiga de cromoly (GT-Tequesta),  garfo rígido do mesmo material, guidon de alumínio. Quadro e garfo comprados pela internet, o André vem usando esta configuração desde 2010.

 

 


quadros-reforma0002.JPG Bicicleta da Ana

Quadro de mountain bike antiga de cromoly (Trek-970), garfo rígido de mesmo material (GT), guidon de ferro (Caloi-10). O quadro nós ganhamos de um amigo que tem bicicletaria, o quadro estava com o movimento central e o canote emperrados (alumínio gruda no cromo), ele nos disse “Se conseguirem consertar, podem ficar”. Deixamos com um torneiro mecânico de Ourinhos-SP, para ver se ele dava jeito. Bom, ele resolveu e venho usando a bike desde outubro de 2011.

Agora as fotos das magrelas montadas, uma noite antes da partida.

Bicicleta da Ana Trek 970

Bicicleta da Ana Trek 970 – 01/2012

 

Bicicleta do André Gt Tequesta

Bicicleta do André Gt Tequesta – 01/2012

Quer viajar e não sabe qual bike usar? Aconselho esta página que nos ajudou muito em relação a escolha das bikes e equipamentos: http://www.olinto.com.br/bicicleta.htm

Relação das Peças

  • k7 8 Velocidades Shimano Altus
  • Pedivela Shimano Alivio Octalink
  • Movimento Central Shimano
  • Corrente KMC com PowerLink (Fizemos revezamento de correntes, detalhes neste artigo.)
  • Câmbio Traseiro Shimano Altus
  • Câmbio Dianteiro Shimano SIS
  • Trocador de marchas Alacanquinha não indexado (Melhor trocador de todos os tempos para uso não competitivo)
  • Freios Cantilever Shimano Altus (Antigo) com Sapatas Kool Stop Eagle Claw (Essas sapatas valem a pena)
  • Cubo Shimano Alivio
  • Rodas Vzan Aero Scape 260 36Furos
  • Pneu Schwalbe Marathon (Vários usados, Plus 1.75, Original 1.75, Plus Tour e Mondial Evolution Line)
  • Pedal Rolamentado (são os melhores e mais duráveis, temos um par que tem mais de 60mil km rodados)
  • Selim Brooks B17 <merchan>Disponível em nossa Loja Virtual</merchan>
  • Bagageiro de aço Simples modificado (Dicas neste Artigo)

Muitas dicas para escolher sua bicicleta de cicloturismo neste Artigo.

Todas as peças duraram durante todos os quase 24mil km de pedal sem problemas. Tivemos de trocar apenas pneus e 3 dos 4 pares de sapatas de freio, nada mais! (mentira, alguns cabos de marcha, freio, e só). Como conseguimos essa proeza? Seguindo as dicas para aumentar a vida útil da sua bike, aqui.

 

Atualização Jan/2017:

Fotos das Bikes após a viagem

Em novembro de 2016 demos uma ajeitada nas magrelas que já estavam com as rodas e relação um pouco desgastadas depois de girarem por mais de 26mil km.  Trocamos apenas as seguintes peças: Cubos, raios, aros, correntes, catracas e k7.  Não foi necessário trocar o movimento central, e os cubos só trocamos por que era mais fácil desta maneira, mas eles estavam tão inteiros, que os mecânicos da bicicletaria fizeram uma oferta neles, e ainda saimos de lá com o valor de 1/3 de cubos novos economizados, rsrs.   As fotos abaixo também estão com pneus que usamos pra pedalar por aqui na região onde moramos, pra viajar nós acabamos colocando os Schwalbe Marathon que temos (um original velho, um plus velho e 2 mondial um pouco mais novos).

Bike Ana 01/2017


Bike André 01/2017

  • Rafael Reis Apuleo

    A&A, Estou com vocês, tomara que a gente parta logo, já viajei com o Arthur, infelizmente o padre largou a Tanajura e mudou de veículo no México fronteira dos EUA, tou sentindo falta de sair por aí de novo. Até que eu consiga me equipar o jeito é acompanhar a viagem dos outros. Queria pedir um favor, dá pra publicar um close dessa pintura texturizada? Grande abraço.

    Rafael

    • Olá Rafael,
      Muito obrigado pelo comentário, que bom que vai viajar conosco através do blog!

      Boa idéia ! Vamos fazer uma foto da pintura e publicar aqui, daí te avisamos por email.

      Abraço A&A(excelente assinatura, hehehe)

    • Olá Rafael,
      ainda não colocamos a foto, porém acabei de melhorar a qualidade (após clicar na foto) das fotos, e em uma delas é possível ver o detalhe da pintura texturizada.

      Em breve novas fotos.
      Abraços
      A&A

    • Fotos novas adicionadas,
      Valeu,
      Abraço!
      A&A

    • rogerio

      Uma dúvida, no processo de pintura eletrostática como vizeram para proteger as roscas do movimento central? anbraços

      • Olá Rogério,
        pois é, não fomos nós que de fato pintamos, por isso não sei te responder isso com exatidão, mas acredito que se colocar algum tipo de fita para que a tinta não entre em contato com essas partes da bike já é o suficiente….

        Nessa pintura que fizemos apenas o movimento central foi protegido, mas os pinos onde o freio se encaixa não foram, resultado: Tive que lixar essas partes antes de colocar os freios, isso deu um trabalhão mas tudo deu certo…..

        Abraçoo

  • noé class

    show André estou te devendo as fotos espero na próxima se puder integrar o time , ficaram show as bikes boa viagem !!

  • Gustavo

    Olá, Pedarilhos.
    Acompanho o Blog de vocês já tem uns dois meses, e venho alimentando a ideia de fazer cicloturismo. Sou do Rio de Janeiro, não conheço pessoas que fazem cicloturismo por aqui, ontem passei em uma mecânica de Bike e comentei com a galera sobre a escolha de alguns cicloturistas pelo quadro de cromoly, e o espanto foi geral. Falaram que é loucura, pois o cromoly é muito desconfortável e o alumínio é bem mais confortável. Eu até me surpreendi, pois vocês não são os únicos ha escolher um quadro de cromoly. As minhas perguntas são: Vocês realmente preferem os quadros de cromoly em relação aos de alumínio, agora que já estão viajando ha muito tempo? A relação entre o quadro (estrada ou MTB) e o material faz diferença? O guidon de estrada não fica mais desconfortável para viajar durante muito tempo?
    Grande abraço, parabéns pelo site,
    Gustavo.

    • Olá Gustavo, tudo certo?? Por aqui é o André, e tudo certo =)
      Antes de tudo me desculpe a demora em responder, com a viagem fica meio complicado, e mais a Ana tem acompanhado o blog e assim sua mensagem ficou meio que esquecida…

      Pois é, praticamente todas as bicicletas de cicloturismo que se vende na europa e usa são de Cromoly. Ela é um pouco mais pesada que a de aluminio mas é mais forte e também mais confortável pois absorve muito melhor a trepidação do que o aluminio. Outra vantagem do cromoly em viagens é que é muito mais fácil de soldar, ehhehe, em qualquer budega se pode soldar o Cromo já que esse é uma liga “semelhante” ao aço.
      Mais sobre o quadro aqui: http://www.olinto.com.br/bicicleta.htm

      Sobre o guidão é tudo questão de se adaptar, uma vez que a musculatura do seu corpo estiver adaptado, eu diria que é muito bom pelo fato de oferecer um pouco de vantagem aerodinamica nos ventos fortes da patagonia. Também o guidão de speed possui uma grande gama de opções de pegada assim como o modelo Butterfly.

      Estou enviando também essa resposta em seu email!! Abraçãooo e vamos nos falando!

    • fala ai gustavo, sou do RJ e estou iniciando no cicloturismo se quiser mande um email para batermos um papo e quem sabe ja programar uma viagem.

      meu email é fabiocordeiron@gmail.com

      abraço
      fabio

  • Murilo Tomasoni

    Oi galera,
    Sou de Rio do Sul SC e estou em Tolhuin, dia 16 de janeiro 2013, vou hoje a Fagnano e amanha dia 17 devo chegar em Ushuaia. Viajei com o Artur de Sampa tambem. Se der vamos nos encontrar em Ushuaia… digam onde estao e ai abro o email quando chegar ali, amanha.
    Um abracao,
    Murilo

    • Ae, nos encontramos no meio da estrada com Murilo, e depois ao norte encontramos uma assinatura sua em um refúgio. Muito legal encontrar conterrâneos! Abraços grandes e boa sorte amigo!

  • victor

    Gostaria de saber onde fizeram a pintura eletrostatica texturizada no quadro.

    • Olá Victor,
      fizemos em Florianópolis em uma mecanica chamada Machado, na SC-401, uns 2km ao norte do viaduto de João Paulo.

      Abraço

  • moacir machado

    eu tenho uma oficina de bikes em casa e gostaria d aprender a pinta-las sera que vcs poderiam me ajudar eu ja sei alguma coisa sobre pinturas mas gostaria de fazer melhor obrigado

    • Olá Moacir. Nós não pintamos por nós mesmos as bicicletas. Levamos em uma oficina que oferece o serviço de pintura eletrostática. Geralmente essas pinturas são usadas para portões de ferro de casas, etc.

  • Olá, possuo uma scott 6061 e queria personalizar a pintura dela com a logo da minha empresa, atuo com trilhas e escalada, alguem conhece algum lugar aqui no Rio de Janeiro?

  • Parabéns galera!
    Excelente iniciativa e grandes aventuras. Todas… de construir as bikes, de elaborar o que comer, de pensar nas soluções das viagens, de várias questões. Deixo apenas uma pergunta, apenas para saber mesmo. Nestas bicicletas o guidão não fica meio baixo para longas distâncias? Abs e sucesso. Se precisarem de algo… sabem onde me encontrar.

    • Valeu Roberto! Essas mensagens de apoio sempre nos dão um incentivo a mais nessa caminhada. Sobre a altura do guidão em nossas bikes, são várias as explicações. A primeira é que não encontramos mesas mais altas e mais confiáveis para adaptar e um dos guidões encontramos quase de graça em um ferro velho, como estávamos sem nenhum pra bike da Ana, e a largura dele era compatível com a largura de ombros dela, decidimos testar. Mas depois dessa viagem teste, não sentindo dores, pensamos que poderíamos seguir viagem assim mesmo, e se tivéssemos problemas no meio do caminho, bastava trocar as peças por convencionais do tipo moutain bike como tínhamos nas nossas bicis anteriores. Como nenhum problema aconteceu, acabou ficando assim mesmo. Também raramente usamos a porção mais baixa do guidon, o que nos deu a idéia de para uma próxima viagem testar, serrar ele e deixar tipo bullhorn, mais leve e com um manete de freio diferente talvez. Outro ponto positivo que sentimos com este guidon é a estabilidade para subidas íngremes e descidas igualmente íngremes (aí sim usando a porção mais baixa). Em longos trechos planos um início de incômodo começa a surgir, mas aí o incômodo é na bunda também, e outras regiões do corpo, sinal que é hora de parar um pouco, tomar uma água, fazer um lanche e apreciar a paisagem…Valeu Roberto, boas andarilhanças! E se souber de mesas mais altas que sejam confiáveis, ficaremos gratos em saber. Até hoje não encontramos nenhuma a venda no Brasil e nos outros países que passamos. Já tivemos algumas reguláveis, mas eram pouco confiáveis.

  • Sandro Martinez

    boa noite, meu nome é Sandro moro em Presidente castelo branco PR, venho acompanhando seu blog e achei muito legal as fotos das viagens que fizeram, eu estou me preparando para minha primeira viagem de bike, mas não tenho nenhuma experiencia de cicloturismo eu digo de material oque levar a minha bike e uma specializad sirrus sport não sei se ela aguenta o tranco para viagem, gostaria que você me dessa uma orientação de material para viagem eu estou pensando em mantar uma bike para viajar espero que vc me dão algumas dicas abraços .

    • Olá Sandro,
      obrigado pelo comentário.

      Claro que conseguimos dar umas dicas. Vou te escrever por email, aí seguimos conversando.

      Abraços
      André Costa

  • André e Ana,

    Tudo em paz?
    Conheci vocês no Encontro de Cicloturismo em Campos do Jordão, assisti à palestra sobre a viagem e me empolguei – vocês são demais!
    Comprei um quadro antigo da GT Outpost Allterra e farei a mesma pintura. Sabe como comprovar que o material é mesmo cromoly?
    Sobre os trocadores, como adaptaram os de speed antigos e por que essa escolha?
    E sobre os pneus furados, já era esperada uma qtidade tão alta?

    Abraços e sigam firmes!

    Rubens

    • Olá Rubens,
      Satisfação ver seu comentário por aqui! Foi muito bacana conhecê-lo no encontro, você e todo o pessoal, que momento especial! Esperamos voltar no próximo do ano, desta vez pedalar com o pessoal também, já que nossa participação ficou só no falatório, não é mesmo?!
      Nós não sabemos como comprovar que o material é mesmo cromoly, talvez neste blog você encontre: http://asbicicletas.wordpress.com/?s=cromoly . Quando nós compramos nossos quadros sabíamos a procedência (haviam selos e pintura original) e conhecíamos os antigos donos, ah! Também os tubos eram ligeiramente mais finos que uma bicicleta de ferro que tínhamos e as soldas bem feitas e com bom acabamento, o que mostra que no mínimo era um quadro feito à mão, com habilidade e cuidado (nada comparado às soldas toscas de nossa bicicleta de ir ao trabalho, uma monomarcha de ferro comum).

      Escolhemos os trocadores antigos para as marchas porque eles não demandam nenhuma regulagem frequente, e em viagem longa, quanto menos coisas para dar manutenção, melhor! Adaptamos eles nas bicicletas com embraçadeiras, bem enjambradas, mas estão funcionando até agora!

      Os pneus furados, foram menos que o esperado, sempre aconteceram nestas condições: grandes rodovias de muito movimento de caminhões (arames e navalhas), regiões semi-desérticas com muita vegetação de espinhos (em geral, furavam quando saíamos da pista para montar acampamento), entradas em cidades (cacos de vidro e muita sujeita no acostamento e pista). Fora destas condições, os furos não acontecem! Outra coisa que colaborou pra mais furos, um dos pneus que estávamos usando não era schwalbe, e tivemos também defeito com algumas câmaras de ar (bico/emendas).

      Se restou alguma dúvida, só nos escrever!
      Abração!

  • Geovanni

    Olá amigos (pelo menos os considero – acompanho vcs há muito tempo). Gostaria de saber quais são os grupos utilizados nas bicicletas. Pelo que eu vi são Altus 24v. Como foi a performance deles?

    • Olá Geovanni,
      me desculpe, seu comentário ficou perdido aqui sem resposta. Fui revisar hoje e encontrei.

      Utilizamos Cubos, pedivela e k7 Alivio. E cambios Altus.
      O Alívio foi excelente, todos os itens com manutenção frequente duraram por mais de 24mil km sem problemas, e seguem mais ou menos bons.
      O cubo segue perfeito, graças as manutenções frequentes também.

      Os cambios estão perfeitos e nunca deram problema, mas isso por que utilizamos passador de alavanca. Aí o cambio se torna um mero puxador e empurrador de cabo, nunca gerando desregulagens.

      Abraços
      André Costa

  • André e Ana,

    acompanho o blog de vocês há tempos e sempre pego referências e informações. No ano que vem farei uma rota semelhante à de vocês em alguns pontos, mas não idêntica e nem tão longa. Tenho documentado a preparação no meu blog.

    Também estou montando a bicicleta com guidão drop e gostaria de saber se vocês recomendam algum tipo de fita de guidão, se usaram gel por baixo da fita, se tiveram que trocar a fita alguma vez ou não. Em outra bicicleta que tenho, em que uso gel, quando chove a cola da fita da uma amolecida e sai do lugar, incomoda um pouco, não gostaria que isso acontecesse. Não sei se tem a ver com o gel ou com a fita, que são de marca renomada. O que acham?

    • Olá Ruivo, massa receber sua mensagem, a gente sempre fica bem animado quando alguém que acompanha nos dá algum feedback, se dá ao trabalho de escrever um comentário pra gente trocar ideias, isso é muito legal!
      Olha só, a gente foi na fita de guidão mais lazarenta e barata do mercado, e tivemos que “trocar” apenas uma vez em cada bike, porque saímos de viagem com as fitas já usadas e mal colocadas. Mas coloquei entre aspas porque não trocamos realmente, o que fizemos foi recolocar a fita velha na primeira camada somente, do meio do guidon até a posição do freio, bem juntinha mesmo, e por cima colocamos a fita nova até o final do guidon puxando um pouco pra ela ficar bem justa, a cola praticamente não tem nem função se você colocar deste jeito. Isso deixou a pegada que transmite mais trepidação pro pulso, mais acolchoada. Chegamos até em casa com elas com pouco mais de um ano e ainda estão bem boas. O que fez a gente estragar a fita velha muito rápido foi o fato de o André ter colocado ela, rsrsrs, ele fez ao contrário (começou de cima pra baixo) e a fita saía da posição por causa da pegada seguir a mesma direção (do meio para os lados extremos). Então da segunda vez eu, Ana, assumi esta tarefa, eu que raramente faço algum tipo de manutenção nas bikes, é sempre o André…mas ficou ótimo, precisa ter um pouco de paciência pra colocar a fita bem feita. O lance é começar de baixo para cima, porque aí a sobreposição fica firme e não sai mais do lugar e a água não vai entrar por baixo da fita e amolecer a cola. Quanto a estas fitas de gel nunca testamos. Usamos fitas de EVA preto e procuramos sempre pedalar com luva, ela sim tem gel na palma da mão. Gostamos muito da marca de luvas da FOX, que tem dedos longos, mas elas deterioram o tecido superior muito rápido, enquanto o material da palma da mão é mais resistente. Eu tive que fazer reparos umas 3 vezes nas nossas luvas por conta disso, mas ainda deu pra chegar até em casa sem precisar de um par de luvas novos. Bom, se ficou alguma dúvida escreve, não sei se ficou muito claro o que eu escrevi…
      Boa viagem pra você, vamos visitar seu blog! Abraços

      • Opa, continuem com todo o projeto, registrando e publicando, porque certamente esse blog é referência para muita gente, independente de comentários diretos aqui ou não. Parabéns!

        Seu comentário vai no sentido de outros que vi que não usam gel mas instalam fitas mais baratinhas (de cortiça) por baixo e depois uma fita melhor por cima.

        Se entendi bem o lance é começar do bar end e terminar no centro do guidão, enrolando bem justo. É isso?

        Quanto à falha na instalação da primeira fita, sugiro um direito de resposta ao André, hehehe.

        Obrigado!

        • Olá Ruivo,
          André Respondendo: Ahahahah, sem resposta, A Ana é mais cuidadosa e tem mais paciência para fazer esse tipo de coisa, sempre vai ficar melhor do que se eu fizer, rs….

          Isso, é só começar do centro, foi pelo menos o que achamos melhor pra nós.

          Abraços

  • Opa, aqui estou eu novamente.

    Vejo que vocês estão usando passadores de marcha no quadro, que modelos de alavanca usam? O quadro tem fixação própria pra isso ou é com abraçadeira ou outra gambiarra? Pergunto porque tenho aqui um modelo com abraçadeira, mas que só servia nos tubos da minha antiga Caloi 10, nas minha mountain bike de cromoly não cabe. Suponho que os tubos da minha sejam da mesma espessura das de vocês, então estou curioso com a solução. Valeu!

    • Olá Felipe!
      Um dos passadores é com caloi 10 com uma abraçadeira extra para ajudar a segurar ele no lugar. E o outro é um sun race de aluminio com gambiarra feia horrível com abraçadeiras de plástico que um dia vou refazer de maneira melhor, rs….

      No seu quadro falta largura para caber? O que fiz foi prender cortar a parte superior da abraçadeira, fazer um furo de cada lado e colocar abraçadeiras plásticas para aumentar o tamanho da abraçadeira. Mas o ideal é trocar essa abraçadeira por uma maior né…

      O quadro da Ana era a mesma espessura do passador da caloi 10 =)

      Abraço
      André

  • Olá André e Ana… já nos falamos um pouco via facebook, mas agora estou em uma nova empreitada e queria ver se vcs não me dão uma ajudinha.
    Acontece que a cada cicloviagem eu acabo com um bagageiro, de alumínio. Já fiz de tudo, o peso está correto, não estou sobrecarregando nada, mas a trepidação, por mínima que seja, quebra algo, ou pelo menos entorta algo.
    Até o momento não fiquei na mão, não tive de interromper a viagem e nada, mas pensar que nunca terei algo mais durável é triste.
    Eu tenho utilizado um TranzX (https://lh4.googleusercontent.com/-nIlG_34fq0s/TW0Ey7nXySI/AAAAAAAAIZU/4WjAspH7eN0/s1600/img.jpg) que é bonito, combina com minha bike que tbm é pretona, mas eles sempre dão pau.
    Eu utilizo a bike no dia a dia também, para ir e vir do trabalho, então queria algo mais durável.
    Vi que você utilizam um bagageiro de ferro, customizado pelo marceneiro, poderia dar mais detalhes?
    Esto até pensando em utilizar aqueles bagageiros um pouco mais simples, feitos de ferro em tubo, esquecendo toda a estética, pra ver se tenho maior durabilidade.. Alguma dica? Desculpem o incômodo… Beijos

  • herson

    São aro 26?

  • Augusto

    Como saber se o quadro é de cromoly? tenho um da trek aqui, parece ser idêntico ao da Ana. Mas to na dúvida se é ou não. (o Imã gruda nele).
    Obrigado e parabéns por tudo 🙂

    • Olá Augusto,
      pelo que sei não existe método simples de descobrir.

      O mais fácil e se certificar do modelo do quadro, ver se ele tem alguma etiqueta informando sobre o material ou ainda buscar o modelo do quadro na internet.

      Normalmente (não é sempre assim, por isso digo normalmente) os tubos de cromo são mais finos tanto em espessura da parede como em largura do tubo se comparados a quadros de aluminio e quadros de aço carbono(aço comum).

      O imã gruda danto em aço carbono como no aço cromo.

      Abraço
      André

  • Bruno Leite

    Olá pessoal! sei que estão em viagem mas se der um tempinho… bom, estou mudando minha bike. saindo do guidão reto para um drop. minha dúvida: descobri que existem medidas para isso! 400, 420, 440!! acha que faz muita diferença? vcs chegaram a olhar isso?

    • Andre Costa

      Fala Bruno, opa, estamos parados hoje. 🙂

      Então, isso é a largura do Guidão né? Se não me engano tem a ver com a medida de ombro a ombro.

      Nós compramos os guidons sem cuidar essa medida e até agora sem problemas. 🙂

      Abraço

      • Bruno Leite

        KKKK Pensei nisso também! maravilha! que calor aí hein? Tá parecendo brasilia! aqui deu 8% de umidade esses dias!

        • Andre Costa

          Mas isso é uma maravilha pra lavar as roupas usadas do pedal, seca em 5min a meleca dos dias anteriores, kkk